Para quem nunca correu uma corrida da O2, deve correr. As corridas são normalmente bem organizadas, pontuais e não falta nada.

Ontem (20/09/2009) foi realizada em Brasília mais uma etapa da corrida das estações e como sempre, tudo ocorreu bem. A entrega dos chips foi rápida. As meninas do guarda-volume sempre bem dispostas e educadas.  A bagunça dos “estandes” num cantinho bem deslocado da praça. O espaço do assinante O2 com lanches suficientes para os quase 300 associados O2. Todos os postos de hidratação com água de sobra.

O outro lado da história, o lado não tão bom, fica por conta da falta de criatividade dos estandes dos patrocinadores, que teimam em repetir a mesma dinâmica das outras 2 etapas.  Não seduzindo a grande maioria, ora pela falta de espaço para receber a todos os participantes , ora pela falta de charme  e repetição do mesmo estande visto na etapa anterior.

No fim das contas o grande vencedor é o corredor que é bem tratado, até pelo atendimento pré-prova da O2 (Esfera BR) que antes era um horror, recebe o kit sem surpresas e ainda pode adquirir outras lembrancinhas, como camiseta de “finisher”, porta-medalha (mandala) e chaveirinho da corrida.

Parabéns O2 por proporcionar um evento de qualidade.

No site NikeCorre.com tem maiores informações do desafio São Paulo Rio que será um prova onde 20 assessorias esportivas indicam os seus melhores atletas e estes em grupos de 12 pessoas revezam se para completar os 600 km em 4 dias (sendo 590 km em 3 dias e os últimos 10km no quarto dia.

com 200 km, em um tempo máximo de 17 horas, dessa forma cada competidor Com início em 22 de outubro, cada equipe terá que completar cada dia de prova, correrá no máximo 21 km por dia e 63 km no total.

Além das assessorias a Nike formará uma equipe dos usuários do sistema Nike+ a partir do dia 22 de julho, por meio de desafios (é assim que está no site).
Toda estrutura para manutenção das equipes participantes será dada pela Nike.

** Se pensarmos essa prova como um projeto de longo prazo a Nike só tem a ganhar com isso. Nos blogs esportivos já há divulgação, vide o post anterior, e nas revistas especializadas há grande espaço pago sendo utilizado. Além disso, o material publicitário que pode ser criado com a prova (imagens, relatos, testemunhos e etc) é muito grande.

De acordo com o Blog do Rodolfo Lucena, a Nike está para anunciar uma corrida de revezamento de 600km, provavelmente entre os estados de São Paulo e Rio de Janeiro e com previsão para outubro.
A notícia original pode ser obtida neste endereço: http://rodolfolucena.folha.blog.uol.com.br/arch2009-07-05_2009-07-11.html#2009_07-07_13_59_49-11248503-0

"Coincidentemente" 600km é a vida útil recomendada para um tênis de corrida.

O relações públicas (RP) ajuda a determinar a posição do seu esporte ou evento, é um modo de criar a imagem desejada do seu negócio na cabeça do seu consumidor a longo prazo. O RP tem um papel crucial no modo como os seus consumidores percebem o esporte ou a forma como é apresentado o evento.
Construir boas relações com a imprensa é vital para o relações públicas. Dessa forma há a possibilidade de se conseguir espaço para a divulgação do evento de forma "gratuita".

A praça relaciona-se com o onde e como os consumidores adquirem o produto, também conhecido como distribuição. No nosso caso o local onde os consumidores envolvem-se com o esporte.

A praça é exatamente o local e suas características, tais como localização, características físicas, facilidade no acesso e etc. Não está relacionada aos meios de obtenção do produto como vendedores e lojistas.

10 km Brasil longe das drogas correndo

10 km Brasil longe das drogas correndo

Hoje foi realizado a prova 10 Km Brasil – longe das drogas correndo, que distribuiu mais de R$6.200,00 em prêmios, mas que pecou pela falta de algo tão primordial nas corridas, água.

A corrida tinha tudo para dar certo, pois o local escolhido era maravilhoso, o parque da cidade, a organização se mostrava primorosa, pois isolaram a pista interna que circunda o parque e havia um sistema de som que podia ser escutado por todos os participantes na largada. Eram distribuídas bandanas com o tema da corrida e o logo de todos os patrocinadores, que não eram poucos.

Patrocinadores

Patrocinadores

Para os corredores foi disponibilizado um local para guarda de objetos e um posto para correção dos dados da inscrição e retirada do chip de cronometragem.

Foi interessante ver que não houve a promoção de nada, nem da campanha que era objeto da corrida ou apresentação dos patrocinadores no local que circundava a largada e a chegada. Talvez isso tenha ocorrido pela vontade dos organizadores de colocar a corrida dentro do grande balaio que envolveu públicos tão distintos nesse evento. Pois na programação da corrida o que chamava a atenção era a frase: “Atividades para as famílias das 8 às 14 horas”.

Simultaneamente houve uma caminha pela parte interna do parque. E após a corrida e a premiação dos atletas ganhadores, uma aula de aerobahia e de spinning em frente ao palco da premiação. É interessante notar a reciclagem de espaços.

Já a prova contou com participantes inusitados como idosos, cadeirantes, deficiêntes, cães e donos de cães, adolescentes, corredores profissionais e pessoas empurrando cadeiras de rodas.

Apesar de toda essa alegria na largada a corrida não foi só flores, pois ao chegar ao primeiro posto de hidratação não havia um copinho de água, no segundo a mesma coisa e os rapazes da organização que usavam bicicletas para monitorar o andamento da prova faziam pouco caso da situação, no terceiro e último posto a situação se repetia. Na chegada a reclamação foi geral, quase todos os competidores passaram por algum posto sem água e ao final da prova foram tirar satisfação com o organizador da corrida. Este pediu desculpa pelo ocorrido, disse que houve um problema com o carro da água e que havia gatorade na chegada para compensar o ocorrido.

Para muitos corredores essa desculpa não colou e o que fica na memória é a situação de correr dez quilômetros com sede. E o que melhor resume a insatisfação de todos é a frase proferida por uma corredora desconhecida: “podia faltar camiseta, pode faltar tudo, menos água!”.

Para aqueles que querem uma alternativa gratuita de ter a sua performance registrada vai mais um aplicativo para celular que promete fazer o mesmo que o Sport Tracker da Nokia.
O SportPal é um aplicativo em java para celulares com Gps. Com ele você registra as suas atividades agregando dados de distância, velocidade, posição no mapa e calorias queimadas. Sendo que ele não afeta nenhuma outra funcionalidade do seu celular, possibilitando ao usuário continuar ouvindo música, recebendo e enviando mensagens de texto ou chamadas de voz, além de poder ouvir música ou jogar algum joguinho. O programa funciona em vários aparelhos, no site as marcas suportadas tem as seguintes características Nokia, Sony Ericsson, Motorola, HTC, Samsung, Balckberry e outros que tenham Java, Windows Mobile ou com o sistema Symbian. O sistema conta com uma interface na web para o compartilhamento de informações e visualização do desempenho, ambos muito bonitos e com uma usabilidade muito intuitiva.
Uma pergunta que fica é quem paga por tudo isso, pois o sistema é de uso gratuito, o site compartilha as informações de usuários registrados (desde que autorizado pelo usuário) do desempenho e mapeamento por meio do google maps.
Link para o site: http://www.sportypal.com/

Promoção é regularmente visto como a parte mais excitante do mix de marketing, mas também é confundido como sendo o marketing em si. Isso ocorre porque a promoção é a parte mais visível do processo. Há ainda aqueles que acreditam que promoção é apenas a produção e a veiculação de propaganda.
O foco principal da promoção é informar ao publico alvo da existência do produto e encorajá-los a se envolver com o esporte.

Dentre os métodos de promoção há:

  • Propaganda (impressa, televisão, rádio e internet);
  • Patrocínio;
  • Mala direta;
  • Ofertas especiais;
  • Pacotes promocionais que envolvam outros benefícios ou serviços;
  • jogos de demonstração;
  • Apresentação nos meios de comunicação;
  • merchandising (bonés, pôster, roupas, etc.);
  • Competições

De um projeto participante do Nokia Beta Labs e tratado como um pequeno projeto para um celular, para um diário de corridas com uma proposta bem agressiva. Esse é o Nokia Sport Tracker que “forçou” a gigante Nokia a criar o N97 Active e aproveitar toda a vibe da corrida em seu lançamento.

O aplicativo é indicado para celulares com sistema operacional symbian com gps e acelerômetro.  Ele conta o número de passos dados, a distância percorrida, velocidade, altitude e ainda pinta no mapa do google o seu trajeto. Se durante a corrida você quiser ouvir música ou tirar uma foto ele aloca no mapa o local onde você ouviu a música ou onde você tirou a foto. Conta com um sistema de comunidades onde os desempenhos e novos percursos podem ser comparados.

Até o momento o software é gratuito e pode ser baixado no site do projeto. Já o celular N97 Active que conta um frequencímetro (monitor cardíaco) da Polar está a venda fora do Brasil, ele acrescenta os dados de sua frequencia cardiáca ao registro da sua corrida ou caminhada. Os usuários do aplicativo esperam que o frequencímetro seja  vendido como acessório.

Samsung miCoach já nasceu pronto,  conta com frequencímetro  e acelerômetro, marca a velocidade, toca música e ainda tem dentro desse pequeno aparelhinho um treinador que diz quando você está muito lento ou muito rápido e ainda te parabeniza quando você termina bem o seu treino.

Além disso, há a parceria com a Adidas que empresta a sua expertise em esportes na criação do software que é basicamente um sistema de treinamento completo que conta com uma central para upload do treinamento e análise do desempenho. Sendo capaz de traçar um mapa de planejamento arrojado, com zonas alvo, ritmo de treinamento e frequencia cardíaca. No site há diversos tipos de treinamento, para os iniciante e iniciados na corrida, para quem quer perder peso ou correr uma maratona. O registro na comunidade é gratuito e os treinamentos são organizados por gênero e estado físico (sedentário ou não) do usuário.

Esse celular até o momento não foi lançado no Brasil e nem existe essa expectativa, o que é uma pena por seu preço, U$ 200, ser bastante convidativo para um aparelho com treinador embutido.

Ambas as empresas apresentam aparelhos antenados com a geração atual de corredores que não dispensam o uso de acessórios tecnológicos para a corrida. Sendo que das duas empresas apresentadas a Nokia vem melhor em termos de vendas ou uso, pois o seu produto surgiu como um aplicativo para a sua gama de celulares da série N com gps. Mas em termos de funcionalidade e integração as necessidades do corredor a Samsung está na frente. O grande problema das duas está na promoção e na praça (distribuição). Pois aqui no Brasil só temos informações através do boca-a-boca, da internet e de algumas comunidades especializadas em celulares. E a venda existe somente por meio de importadores e sem direito à garantia.

Calcular o preço a ser pago por um evento é uma coisa difícil e complexa. Os consumidores tomam decisões tendo por base o que vão comprar em consideração com o valor percebido, comparando com os produtos de outros competidores, com o que os amigos dizem de tais produtos, se o produto é único ou é uma cópia, entre outros fatores. Jogadores, treinadores e árbitros também têm que considerar o custo de praticar ou de participar do seu esporte em contraposição com os benefícios adquiridos.

Devem ser considerados os seguintes fatores:

Como todo produto o esporte tem um custo de produção – que é o dá razão para sua existência como negócio. Todos os fatores envolvidos devem ser considerados na determinação do preço e na política de preços numa perspectiva a longo prazo.

Pesquisas de mercado afirmam que o preço não tem uma grande influência na decisão passional, onde o consumidor está intencionado a atendê-la. Mas o preço é um fator de comparação entre produtos similares.

Consumidores também equacionam preço e valor: descontos e brindes podem ser vistos com pouco ou nenhum valor, logo se corre o risco do produto ser visto como “barato”. Considere isso quando pensar na política de preços e nos brindes como um incentivo à compra.

Jogadores, treinadores e juízes irão pesar o que ganharão em contraposição com o que podem perder ao participar de um evento. É interessante olhar pelo seu ponto de vista e procurar saber o que é melhor para ele, ao invés do que é melhor para a empresa organizadora do evento. Pois há tantos eventos para participar atualmente que se o preço for o único fator considerável no seu evento, esse fator será visto de forma negativa.

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